190 emergency?

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July 2012

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“Me busco em músicas que dão ritmo ao que sinto de forma silenciosa e me busco em trechos de livros que revelam idéias que mantenho ainda embaralhadas.” —Martha Medeiros  (via doceinnocence)
Jul 9, 201239,906 notes
Jul 9, 20123,530 notes

June 2012

67 posts

Jun 29, 201210,925 notes
“Porque as pessoas fingem sentimentos? Essa é uma pergunta que eu faço a mim mesma, até entendo que finja sorrisos, porque você estará mentindo pra si mesmo, mas quando você finge sentimentos, bom ai você vai estar colocando vidas em jogo. Brincando com o coração de alguém e todos esses simples sentimentos podem deixar grandes cicatrizes no coração e também na mente, então, por favor, se for pra me enganar, nem pense em entrar na minha vida, porque de enganos e desilusões minha vida já esta cheia.” —Deborah Santana. (via m-i-l-o-n-g-a)
Jun 29, 2012245 notes
Jun 29, 201286,748 notes
  • Bob esponja: Patrick, você é um gênio!
  • Patrick: É, me chamam muito disso
  • Bob esponja: Te chamam muito de gênio?
  • Patrick: Não, de Patrick
Jun 29, 201265,552 notes
Jun 29, 201214 notes
“Era uma terça-feira já virando pra quarta, ela havia acabado de sair de um boteco. E algumas ruas depois estava ela no meio da calçada quase caindo. Ela havia enchido a cara pra esquecer de todo o mal que lhe fizeram. E por mais incrível que pareça ela não bebia e nem gostava de beber, mais pra ela a bebida e o cigarro curava todas as suas dores de cotovelo. Começou a cair uma garoa e cada vez mais ela chorava, sentou ela no meio fio e pegou um cigarro. Ela deu a primeira tragada e foi se consolando a cada fumaça.
— Você não deveria fumar, e nem ficar nessa garoa. Você vai pegar um resfriado Amy. Como ela era teimosa não virou e continuou a tragar o seu cigarro. Naquele momento os seus sentimentos bateram mais forte e ela sabia que conhecia essa voz mais não lembrava de onde. Ele continuava a insistir que ela saísse dali.
— É minha vida e eu fumo quando eu quiser, eu fico na chuva quando eu bem entender e você não tem nada a ver com isso beleza?
— Fica na chuva com a intenção de se tornar mais insensiva? Você não me engana e você sabe disso não é? Ela não aguentou a curiosidade e olhou para ele. Viu também que o seu rosto era conhecido mais não lembrava de onde. Deu ela novamente mais uma tragada e soltei a fumaça em direção ao rosto dele. — Foda-se ta legal ?
— Amy você não me engana, levanta daí vai. — Como você sabe meu nome? Eu nem te conheço, e não vou pra lugar nenhum com você beleza? — Tá então vou sentar do teu lado posso? — Tá brincando né? Sentai. Naquele momento veio a cabeça dela que era o seu ex namorado do tempo do colegial o Bryan. — Já sabe quem eu sou? Perguntou ele. Ela com um pouco de dúvidas respondeu: — Bom me veio a cabeça que você era o Bryan, mais acho que estou errada rs. — Não, você não está errada sou eu Bryan. — Faz quanto tempo que a gente não se via? — É uns 5 anos? Você sumiu né e está quase irreconhecível. — É talvez… mais eu lembro que você não fumava nem bebia, aliás você odiava fumo e bebida. Ela não queria contar oque estava acontecendo e também não queria pensar no que aconteceu na frente dele, só queria relembrar os velhos tempos do colegial .. — É Bryan, as pessoas mudam e o tempo também. Olhou era pro céu. O silêncio tomava de conta da situação. Era a última tragada do cigarro dela então ela a fumou e jogou o bituca no chão. Ele olhou pra ela e sorriu, oque era inevitavél ela retribuiu e o abraçou. — Que saudades do colegial né. — É sim. Deita aqui no meu colo, exclamou o Bryan, então ela deitou. Ele virou-se para ela e seu rosto demonstrava dor. — É que quem eu nunca queria que tivesse mudado, mudou. Eu sabia que ele estava falando de mim, era óbvio demais, e meu coração desmoronou-se com aquilo. — É sempre assim mesmo …
Ele sempre com a mania de me fazer sorrir falou: — Não tem ninguém na rua Amy, vamos dançar? — Você deve está de brincadeira né? — Por favor vai. — Ta bommmmmmm então. Ele beijou as costas da mão dela. e falou
— Me conceda esta dança moça?. — eu apenas conseguia rir, mas não consegui me conter, ele me puxou para perto dele e começamos a dançar no meio da chuva. Eu estava toda molhada e ele também.— Você sabe que isso é loucura, não Bryan? — Então eu sou louco. — Com certeza hahah. Ele olhou nos olhos dela a puxou mais pra perto e sorriu. Como de costume ela retribuiu. Ela deitou a sua cabeça em seu ombro e fechou os olhos. — O tempo passou depressa não? — É. Ela continuou pensando nos melhores tempos da tua vida. ela falou: — As vezes o tempo nos ensina oque agente precisa aprender Bryan, não é fácil mais aprender é preciso. Olha a gente dançando feito louco aqui no meio da rua. — hahah verdade, você sempre tem razão. — …
Desde aquele momento ela pensou no tudo em geral, e virou o dia dançando coladinho com ele. Pensou, pensou, pensou e pensava cada vez mais nos melhores tempos da sua vida querendo voltar atrás. Poderia ser inevitável esse amor voltar com as mesmas emoções, com os mesmos prazeres ou com as mesmas loucuras. De tantas saudades que ela tinha ficou melancólica pelo resto da sua vida, mais de tanta felicidade relembrada não queria saber de outra coisa a não ser passado. E de tanto viver sofrendo de toda melancolia nunca mais quis ouvir a palavra amor.”
—Ela era completamente viciada em amor com dor. Thais Gama - Autonomias (via autonomias)
Jun 29, 201222 notes
Jun 29, 20122,475 notes
Jun 29, 2012357,085 notes
“Sentia como se estivesse fracassando em praticamente todas as áreas da sua vida. Ultimamente, a felicidade parecia tão distante e inalcançável para ele quanto uma viagem pelo espaço sideral.” —Nicholas Sparks.  (via d-e-n-g-o)
Jun 29, 201238,719 notes
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